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As pessoas não têm paciência para relacionamentos. Se está ruim elas simplesmente trocam. Não tentam, não se empenham, não lutam para dar certo. Não acho que a gente tem que aceitar tudo que o outro nos dá. Não acho que temos que cruzar os braços para o que está errado. Mas o amor exige uma dose de sacrifício. O amor não é descartável. O amor não pode ser jogado fora. Não dá pra fazer uma lipo no amor. A gente tem é que lutar por ele. Diariamente.
Clarissa Corrêa.  (via soutu-a)
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Entre um rosto e um retrato, o real e o abstrato. Entre a loucura e a lucidez, entre o uniforme e a nudez. Entre o fim do mundo e o fim do mês, entre a verdade e o rock inglês, entre os outros e vocês. Eu me sinto um estrangeiro, passageiro de algum trem, que não passa por aqui e que não passa de ilusão.
Engenheiros do Hawaii.   (via acrescentada)
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Posso não ser o modelo ideal de garota perfeita, mais tenho qualidades inigualáveis.
— Escrevoar  (via involuntus)
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A saudade sempre volta para apertar o peito e acertar as contas.
Eu me chamo Antônio.     (via florejaste)
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Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar autor da própria história. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Augusto Cury  (via relevou)
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Partiu,
da pior maneira que as pessoas sabem fazê-lo.
Primeiro foi-se o coração
mas deixou o corpo.
Depois, então
não obstante,
também por último
levou o corpo.
Mas quando este se foi
por último
esta vida já não valia nada.
— Heitor Henrique (via oxigenio-dapalavra)
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Deus sempre constrói pontes onde surgem abismos.
Quando o sol se põe (via constelei)
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Mesmo se a palavra não me vier à boca e os olhares se sucumbirem ao silêncio, aos remorsos e as partidas. Mesmo se o passo achar o vão da alma que dilacera e suplica o final dos tempos, o imediatismo da escolha e do perdão. Mesmo se o corpo imune decaia sobre os pés contorcidos pelo ceticismo inventado, tudo é apenas um palavreado sem nenhum nexo e sincronismo, um amor incalculado sobre uma pilha de destroços, lixos e sobras de dedos. Mesmo que os pulmões paralisem o vento, as tempestades e os vulcões. Mesmo que a palma carregue a flor despetalada, murcha e sem cor e depois da explosão as retinas desloquem a imagem correta do destino. Mesmo que a tinta falhe, corrompa a fala desnorteada e esmague o sentimento sublime da paz. Mesmo que tudo acabe em apenas um segundo, assim como a morte, a vida e o olhar. Mesmo que meu coração pare propositalmente diante da da sua fuga desesperada. Mesmo que me mate na ida, no peito e na ferida incurável. Mesmo diante do peso sobre os ombros caídos e derrotados sempre vistos pelos basculantes do corredor. Eu permaneceria vivo por culpa sua! Tua existência alimenta o ego da minha demência florida. Tua existência imortaliza o meu amor.
Elisa Bartlett.   (via oxigenio-dapalavra)
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Livros não mudam o mundo, quem muda o mundo são as pessoas. Os livros só mudam as pessoas.
Mário Quintana.   (via enoitecer)
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E as discussões se sucediam, sem pé nem cabeça. Mas ciúmes são cegos como o próprio amor. São sentimentos mesquinhos, minuciosos, não esquecem a insignificância dos mínimos segundos. As batidas do coração jamais deveriam se escravizar aos tiquetaques desencontrados de dois relógios diferentes. A verdade, porém, é que eram ambos loucos, um pelo outro, e seus corações acabavam por se entender, num ritmo comum de compreensão. E as hostilidades descansavam invariavelmente em beijinhos e mil perdões.
Chico Buarque. (via oxigenio-dapalavra)